Construímos e operamos os sistemas que automatizam, decidem, atendem: squads de agentes, assistentes virtuais e softwares que assumem responsabilidades em produção.
A maioria contrata quem escreve o código e desaparece. Nós ficamos onde a decisão acontece — e respondemos por ela.
Não vendemos horas. Assumimos o problema de tecnologia e o devolvemos resolvido e rodando em produção.
Times de agentes que trabalham juntos — orquestrador, execução, revisão — para automatizar operações inteiras com governança e trilha de auditoria.
Atendimento e qualificação conversacional que entende o negócio, filtra o que importa e escala para o humano na hora certa — sem alucinar e sem travar.
Quando nada de prateleira resolve, a gente constrói. Plataformas e sistemas web feitos para o seu processo — e as integrações que fazem o stack que você já tem finalmente conversar.
Da automação de conteúdo e operação ao desenho de arquitetura. Estruturamos apresentações e decisões técnicas para quem leva tecnologia à mesa.
Três clientes, três problemas diferentes, três operações rodando hoje.
A Athus Global nasceu de um princípio simples: quem constrói tecnologia crítica deveria ter que operá-la. É fácil entregar um sistema e sumir. Difícil é responder por ele quando ele decide em escala.
São mais de 5 anos implementando motores de regra de negócio em ambientes onde errar tem custo — de grandes seguradoras a varejo e logística. Essa bagagem virou método: desenhar sistemas que outras pessoas conseguem governar, auditar e mudar.
Hoje aplicamos o mesmo rigor a agentes de IA e automação. Não como moda — como continuação natural de quem sempre tratou decisão como algo que precisa ser explicável.
IA raciocina. A gente responde pela decisão.
Se a sua não estiver aqui, manda no WhatsApp — quem responde é quem constrói.
Perguntar direto →Não. A gente constrói e continua operando. O sistema fica sob nossa responsabilidade em produção — monitoramento, ajuste de regras, evolução dos agentes. Se você quiser assumir a operação internamente depois, a arquitetura é feita para permitir isso: documentada, auditável e sem dependência de nós.
Construímos software sob medida do mesmo jeito que construímos agentes: plataformas e sistemas web feitos para o seu processo, mais as integrações entre as ferramentas que você já usa.
Boa parte do que entregamos não tem IA nenhuma. Ela entra quando resolve um problema real — não para encarecer o projeto e virar argumento de venda.
Entre 2 e 6 semanas para o primeiro fluxo em produção, dependendo de quantos sistemas precisam ser integrados. Não trabalhamos com projeto de seis meses que só aparece no final: o recorte inicial é sempre uma operação real, pequena e mensurável.
Não vendemos hora. O trabalho é contratado por escopo de operação — o que o sistema precisa resolver e o nível de responsabilidade que assumimos por ele. Depois do go-live existe um valor mensal de operação, proporcional ao volume. Tudo é definido antes de começar, sem surpresa no meio.
Separando raciocínio de decisão. O agente interpreta, sugere e monta o caso; a decisão passa por regras determinísticas, auditáveis e versionadas — a mesma disciplina que usamos em motores de regra de seguradora e varejo.
Toda decisão registra por que foi tomada, e o que exige julgamento humano é escalado, não chutado.
Não. A maior parte dos nossos projetos começa em ambiente legado, com dados espalhados e integração via API, banco ou planilha. Organizar o que existe faz parte do trabalho — não é um pré-requisito para contratar.
Sim. Trabalhamos sobre o stack que já está lá — ERP, CRM, WhatsApp, e-mail, bancos de dados, APIs internas. A regra é não obrigar a empresa a trocar de ferramenta para poder automatizar.
Sim. A operação é remota e os clientes estão espalhados pelo Brasil, incluindo grandes contas em São Paulo. Quando o projeto pede presença, a gente vai.
Conta o que você precisa resolver direto no WhatsApp. Responde quem constrói — sem formulário, sem funil de vendas.
+55 11 91709-2281 · resposta em horário comercial, seg a sex